Alojamento em Nova Iorque e São Francisco:
sobreviver às rendas
Nova Iorque e São Francisco estão entre as cidades mais entusiasmantes do mundo — e também entre as mais caras. Quem anda à procura de um quarto como J-1 Intern ou Trainee percebe depressa uma coisa: um quarto num apartamento partilhado em Manhattan ou em SoMa chega a custar mais do que um apartamento inteiro em Lisboa ou no Porto. Mas não desanimes. Com a estratégia certa, um conhecimento de bairros digno de quem já cá vive e alguns conceitos de alojamento mais recentes, a «aventura americana» continua ao teu alcance, mesmo com um orçamento de estagiário. Neste guia mostramos-te como sobreviver às rendas americanas.
Nova Iorque: onde vale mesmo a pena procurar
Esquece Manhattan, pelo menos para já. Quem faz questão de viver ali paga muitas vezes 2 500 $ ou mais por um quarto de 10 m² sem janela. As verdadeiras dicas para quem tem um J-1 estão nos «outer boroughs» — ou até no estado vizinho:
- Queens (Astoria e Long Island City): a 15 minutos de Midtown de metro, mas com preços bem mais baixos e uma cena gastronómica fantástica.
- Brooklyn (Bushwick e Bedford-Stuyvesant): o coração hipster. É aqui que encontras muitos apartamentos partilhados por jovens criativos. Quanto mais te afastas de Manhattan, mais acessível fica a renda.
- Jersey City e Hoboken: já é Nova Jérsia, tecnicamente, mas fica muitas vezes mais perto do World Trade Center do que grande parte de Brooklyn. Bónus: escapas à city tax de Nova Iorque na tua declaração de impostos!
São Francisco: como domar a Bay Area
Em São Francisco, o boom da tecnologia deixou o mercado do alojamento completamente distorcido. Um estúdio a 3 500 $ não tem nada de invulgar. Para contornar isto, quem participa no J-1 recorre muitas vezes a estas soluções:
- Sunset e Richmond District: apanham nevoeiro, mas são seguros e bem mais baratos do que o Mission District ou Nob Hill.
- Oakland: a um passo pela Bay Bridge. Bairros como Temescal ou Rockridge são muito procurados pelos jovens profissionais e dão-te mais espaço pelo mesmo dinheiro.
- Daly City: logo a sul de São Francisco. Tem menos «ambiente», é certo, mas uma ligação de BART impecável e preços que não te dão cabo do orçamento.
O preferido de quem tem J-1: os operadores de coliving
O maior obstáculo para quem vem de fora é não ter «credit score». Os senhorios americanos querem ver um historial de crédito que tu, enquanto europeu, simplesmente ainda não tens. A solução passa pelos operadores de coliving, como o Outpost Club, June Homes ou Common.
Estes operadores são especialistas em residentes internacionais. Na maioria dos casos não precisas de credit score, os quartos estão totalmente mobilados (roupa de cama e utensílios de cozinha incluídos) e as despesas, tal como o wifi, já vêm no preço. Chegas com a mala e pouco mais.
Aumentar o orçamento: o truque está na procura de emprego
A melhor forma de sobreviver à renda é ter mais folga no orçamento. Muitos participantes deitam fora milhares de euros em agências de colocação que lhes tratam do internship. Se fores tu a tratar dessa parte, ficas logo com mais 3 000 $ na conta para o alojamento.
Usa ferramentas profissionais como o Apollo.io para encontrares por ti o teu internship J-1. Poupar nos custos de colocação pode significar, em Nova Iorque, o quarto com casa de banho privativa em vez do quarto interior. Com o nosso link, começas a tua prospeção diretamente junto de quem decide:
ENCONTRAR O INTERNSHIP E POUPARArranjar um sponsor e fechar o teu arrendamento
Mal encontras alojamento, o senhorio costuma pedir-te uma prova dos teus rendimentos e do teu estatuto legal. Aqui, os teus documentos mais importantes são o formulário DS-2019 e uma «support letter» do teu sponsor. Ajudamos-te a encontrar o sponsor que também te dá apoio nas questões administrativas ligadas ao alojamento.
Perguntas frequentes sobre o alojamento nos EUA
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